O Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA) defendeu a “implementação efetiva e urgente” da medicina do trabalho para todos os docentes na região, com a realização do rastreio das suas condições de saúde.
Em nota de imprensa, o sindicato refere que “a persistente falta de aplicação da disposição legal, ao longo dos anos, é totalmente inaceitável”.
De acordo com o SPRA, a medicina do trabalho “não é um privilégio, uma concessão ou uma opção política”, mas um “direito dos docentes e uma obrigação que tem de ser cumprida”.
“O SPRA não aceita que este direito continue apenas inscrito na lei, sem tradução na vida profissional dos educadores e professores. A prevenção e a proteção da saúde dos docentes exigem medidas concretas, recursos adequados e uma resposta que já tarda”.
O sindicato afirma que “muitos educadores e professores continuam a exercer funções mesmo quando o seu estado de saúde já não reúne as condições adequadas, por sentirem que a sua ausência dificilmente será suprida, colocando-se perante um dilema inaceitável entre a necessidade de cuidar da própria saúde e o sentido de responsabilidade para com as crianças e os alunos”.
Acores9/RP
